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10 Dicas para iniciantes no Galismo

raca-pura-de-galo-indio-body-ingles-barbudoO título da mensagem faz referência aos iniciantes, mas, de certa forma, a nossa arte está em constante evolução, levando os criadores mais experientes, que aprenderam com o tempo, com os avós, pais e etc, a buscarem conhecimento por se sentirem ultrapassados. O galismo no Brasil é considerado (ainda que com toda perseguição), um dos mais respeitados do mundo, o galo nacional está entre os 10 melhores do planeta, isso é incontestável. Portanto cabe ao preservador uma busca maior por conhecimentos que a alguns tempos atrás eram desprezados. Segue abaixo 10 dicas para iniciantes e também experientes na arte de criar, preservar e cuidar dos nossos galos combatentes:

  • Procurar sempre dar aos nossos galos as melhores condições sanitárias e alimentares possíveis
  • Manter contato com criadores tradicionais, trocando experiências.
  • Entender que o galo não é uma máquina que aguenta uma elevada carga de esforço físico.
  • Galos em treinamento não são cobaias em experiências laboratoriais, portanto verifique o tipo de medicamentos e de vitaminas fornecidos neste período.
  • Procurar ajuda de um veterinário ao se deparar com um problema de saúde que você não tenha conhecimento.
  • Respeitar o galo acima de tudo, nunca colocá-lo a prova sem as mínimas condições físicas, nutricionais e de saúde possíveis
  • Respeitar os leigos no assunto, os que criticam, que não entendem o esporte, pois devemos saber que nem Jesus agradou à todos e não será o galismo que irá fazer isto.
  • Ser educado, rigoroso e imparcial com a seleção, alimentação e treinamento. Devemos ter em mente que o galismo é coisa séria
  • Tratar os demais irmãos no esporte com respeito, honestidade e amizade.
  • Nunca subjulgar, humilhar, um adversário, lembre que o combate é entre os galos e nunca entre os criadores.

Existem milhares de criadores espalhados pelo Brasil, e poucas ou quase nenhuma associação que faça o papel de sindicato do galismo, devemos pensar antes de tudo que para unirmos forças é preciso que quebremos alguns tabus que ainda imperam em nosso esporte, o individualismo é um deles. Trate o galismo como um esporte, no qual poderá conhecer lugares, pessoas e etc. Assim estaremos contribuindo para a união da classe, pois grandes já somos.

Um forte abraço do amigo,
Fábio Costa de Souza

Fonte: galistas.blogspot.com.br

GALOS COMBATENTES E UM ESPORTE MILENAR

CONHECENDO UM POUCO DO GALISMO

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Tratar de assunto tão polêmico nos faz viajar pela história da humanidade, pois essas aves nos acompanham há mais de cinco mil anos, ocupando sempre lugar de destaque na vida de pessoas que admiram, cuidam e se dedicam á criação dessa espécie de ave tão especial. Durante todo esse tempo os galos sempre se enfrentaram e nem por isso a espécie nunca foi ameaçada de extinção.
Ao contrário do que muitos apregoam, os galistas vem preservando e cuidando dessa espécie. As aves combatentes são cuidadas desde muito cedo, poderíamos dizer que até mesmo antes de nascer, pois existe a preocupação por parte dos criadores a partir dos cruzamentos direcionais ou seja, sempre se escolhe o melhor galo e a melhor galinha para se tirar os melhores pintos, passando pela fase de reprodução até o nascimento do pinto. São muitos os cuidados e zelo que se tem na criação do pinto até que se torne uma ave adulta, não se descuidando em nenhum dos pontos como: Alimentação, Saúde e Medicamentos, como também um manejo e instalações adequados ao comportamento dessa ave milenar.

Podemos afirmar que existem exemplares dessas aves que chegam a viver dez anos ou mais com saúde, alimentação e tratamento que poucos animais têm o direito de usufruir. Seria hilariante comparar uma ave combatente a uma ave da mesma espécie dita como sendo “industrial”. Pois período de vida dessa ultima é de 45 dias, passando esse curto periodo se alimentando 24 horas por dia.

O certo é que, para se criar determinados animais deve-se antes pesquisar e conhecer suas aptidões, seus instintos, seus hábitos, enfim, tudo o que se relaciona á sua vida.

A espontânea aptidão á luta dessa espécie não foi imposta pelo homem, sendo transformada em esporte com regulamento, a fim de que não haja desproporcional domínio que venha a favorecer a um dos combatentes.

Muitos são os argumentos em defesa da preservação da espécie e do esporte galístico, já que preservação e o esporte estão intimamente ligados. Primeiro é preciso entender a natureza e o instinto dessas aves, este é o ponto chave da questão, para que se possa resolve todas estas disputas de opinião entre aqueles que defendem e os que são contra o galismo. Nas explicações que seguem, o compromisso é com a verdade procurando esclarecer aspectos relacionados á vida e a índole dessas aves. Os galos combatentes pelo temperamento que possuí são de difícil manejo, começam a brigar muitas vezes a partir dos primeiros dias de vida. Para ser ter uma ideia um galo quando adulto, mesmo que você coloque a disposição dele agua, comida e uma fêmea e se no local estiver presente outro galo, ele nem percebe a alimentação nem a fêmea, pois primeiro vai brigar com o outro galo, porque é o que ele gosta de fazer, é da sua índole. Por isso os criadores têm que ter conhecimentos apropriados, dedicação, paciência e zelo.

A única coisa que um galo combatente realmente gosta de faze é brigar, daí o seu nome galo de briga. Existe algo pior de que ser impedido de fazer o que o mais gosta? Será que essas pessoas que tanto criticam já perguntaram a si mesmos se os galos querem deixar de fazer o que eles mais gostam? Essas pessoas querem mudar o instinto dos animais que foi dado, acreditamos, por Deus. Instinto, caros amigos, não se muda. Essas aves sempre vão permanecer assim. Caso essas pessoas não gostem disso, infelizmente a única alternativa para elas é a extinção da espécie, isto sim seria um crime.

GALOFOBIA UMA DOENÇA MODERNA

galos-combatentes-galo-fobiaAté pegarem o Duda Mendonça em uma rinha de galos no Rio de Janeiro, briga de galos era apenas uma atividade que foi proibida por lei no governo do Presidente Jânio Quadros e a maior parte da sociedade brasileira não tinham o menor conhecimento de que o galismo perdurava por todo esse tempo. Antes daquele evento, o combate ao galismo não passava de pequenas extorsões, no entanto, partir desse momento, incentivado pela mídia e entidades de proteção dos animais, vem sendo realizadas diversas incursões policiais em rinhas e moradias de criadores, mesmo a legislação brasileira não definindo, de forma clara e inconteste, a briga de galos como sendo crime, uma vez que a Lei aprovada no governo Jânio Quadros foi revogada pelo Presidente Tancredo Neves.

Provocado pelo sensacionalismo da mídia brasileira, que transformou essa atividade em um dos maiores inimigos do povo brasileiro, está se formando um seguimento da sociedade que acha que galo de briga bom é galo de briga morto. São pessoas criadas nos grandes centros urbanos e que não têm o menor conhecimento sobre o que é um galo de briga, sua história e sua utilidade para a humanidade e, também, não conhecem as pessoas que os criam e seus objetivos.

Esses “galófobos” tentam justificar a necessidade de se banir os galos combatentes da face da terra, utilizando, entre outros, o argumento de que galos combatentes não existem e, na verdade, são galos comuns nos quais os galistas injetam hormônios, ou anabolizantes, ou foram modificados geneticamente para ficarem agressivos, não havendo, dessa forma, a necessidade da preservação da espécie.

Opiniões desse tipo são facilmente encontradas na internet e até em entrevistas dadas por autoridades policiais e, considerando que a falsidade das mesmas pode ser facilmente constatada lendo um bom livro de avicultura, se pode concluir que são levianas e tem como objetivo tentar justificar para a sociedade brasileira o extermínio em massa desses animais, eximindo de culpa os “galófobos”, uma vez que a nossa Constituição prevê a obrigação do governo de coibir práticas que levem à extinção de quaisquer espécies (art. 225, §1º, VII diz que incumbe ao Poder Público “proteger a fauna e a flora, vedadas, na forma da lei, as práticas que coloquem em risco sua função ecológica, provoquem a extinção de espécies ou submetam os animais à crueldade”).

O combate a briga de galos tornou-se uma catástrofe para os galos de briga, quando animais vêm sendo mortos das formas mais cruéis possíveis (cremados vivos, enterrados vivos, degolados e jogados em lixões, servidos como alimento em hospitais e presídios ou, simplesmente, deixados que morram de fome e sede, abandonados em zoológicos e hortos), já tendo havido casos em que até ovos sendo incubados foram quebrados pela polícia, na casa de um criador. A forma cruel como esses animais são mortos denota claramente o ódio e desprezo que os que se dizem seus protetores sentem pelos galos combatentes (“galofobia”).

Em virtude de manifestações contra o extermínio por parte de algumas autoridades jurídicas brasileiras, os “galófobos” estão utilizando uma nova tática para promover a extinção dos galos combatentes, que é esterilização em massa dos animais aprendidos colocando-os para adoção. Tal prática de esterilização constitui uma afronta a nossa Constituição, por colocar a espécie em risco de extinção e também prática de maus tratos (mutilação), trazendo grande prejuízo, uma vez que os galos aprendidos nas rinhas são justamente os melhores e, consequentemente, mais aptos a serem utilizados na reprodução. São justamente esses animais superiores que contribuirão com suas aptidões (força, musculatura bem desenvolvida, rusticidade e resistência) para o melhoramento não só dos futuros galos de briga, mas, inda, para o desenvolvimento da avicultura de corte e postura, visto que galos de briga são utilizados na formação de novas linhagens com o objetivo de aumentar o ganho de peso e resistência a doenças, beneficiando economicamente a avicultura industrial e doméstica.

Um animal não esterilizado até poderia ser adotado para servir de reprodutor no cruzamento com galinhas comuns, tendo sido desse cruzamento, objetivando o aumento da resistência a doenças e ganho de peso, que surgiu a nossa famosa galinha caipira e, com cruzamentos direcionados, o galo índio gigante e demais raças de corte modernas. Jamais se justificará a extinção dos galos de briga para acabar com as brigas de galos. Essa espécie, que segundo relatos históricos é a precursora das atuais raças de corte e postura, jamais deverá compor uma relação de milhares de espécies extintas anualmente na face da terra, somente para a satisfação dos galófobos.

O tempo mínimo de vida de um galo de briga é de dois anos, podendo chegar a mais de oito anos, a menos que seja apreendido pelo poder público, quando a probabilidade de ser morto chega a quase 100%, para deleite dos “galófobos”. Quando um galo entra em uma rinha a probabilidade do mesmo não sair vivo é de, no máximo, 10%, pois se houverem cem galos em uma rinha, em média, vinte e seis brigarão, em função da dificuldade de se encontrar animais parelhos (mesmo peso e altura), sem contar que a probabilidade de um galo sair morto de um combate é de 10%, visto que as pelejas de galos são assistidas por um juiz que define o fim da mesma, assim que um dos animais não mais revidar às investidas do adversário. Ao fim do tempo regulamentar de 55 minutos estando ambos ainda combatendo a luta é dada como empatada.

As rinhas de galos podem parecer sem sentido e violentas, mas essas preservam o galo combatente intacto a mais de 5.000 anos desde a sua domesticação. Muitos países, inclusive de primeiro mundo, criaram leis que protegem esses animais, permitindo o funcionamento das rinhas dentro de regras que proporcionam o crescimento e desenvolvimento da espécie, evitando abusos que poderiam ser caracterizados como maus tratos.

Considerando que o primeiro relato histórico de brigas de galos no Brasil data do ano de 1530, já está mais do que na hora de haver uma discussão do assunto de forma científica, para definir-se o futuro dos galos combatentes brasileiros, pois se esse futuro ficar a cargo de “galófobos” a espécie somente será encontrada em fotos de livros antigos.

Após ser domesticado e ter o seu habitat natural devastado, os galos de briga tiveram sua sobrevivência garantida graças à admiração que muitas pessoas (galistas) têm por suas magníficas qualidades. Sua força, seu destemor e sua beleza incomum encantam milhões de pessoas por todo o mundo e essas qualidades fizeram do galo combatente uma das espécies domésticas de maior sucesso, saindo da Ásia e conquistando todo o mundo civilizado, e em cada país foram criadas novas estirpes de galos combatentes que evidenciam os valores morais e culturais cultivados pela população local.

A “galofobia” pode ser comparada à homofobia e ao racismo e é uma prática que não deve prosperar, pois não se pode combater um suposto crime com um verdadeiro crime.

ASSIS CRUVINEL

Rinha de Galo fique por Dentro dos Fatos não é crime!

Dentro Do Fato – Rinha de Galos

dentro-do-fato-rinha-de-galosO galismo é um esporte milenar, somos criadores e apaixonado por Galos combatentes, neste vídeo você vai ficar por dentro de tudo sobre Galos de combate, Galos de rinha, assista o vídeo abaixo.

Cuidados pós Combate

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Salva galo. É uma receita do antigo ( marani )
  •  Mesmo que seu Galo ganhe um Combate Rapido e não apresente ferimentos visíveis,merece todo cuidado.Ás vezes uma pequena lesão, não cuidada devidamente , pode evoluir para um caso de septicemia, que levará o mesmo a morte em 3 ou 4 dias.
  • [ Doença caracterizada por Empalidecimento, febre e Inapetencia ].
    Abaixo, uma Fórmula de um Cocktail eficientissimo:
    * 40 ml de Agua filtrada.
    * Uma Aspirina[ comprimido ]
    * meio comprimido de Tetrex 500 mg [ Tetraciclina ]
    * 15 gotas de Benzitrat
    * 1 colher de chá de Soro Glicosado [ pó ]
    * Misturar bem até ficar uma mistura homogenea..

    Usar uma Seringa de 20 ml, na qual adaptamos uma mangueirinha de borracha , de 30 cm, [ borracha de Garrotear braço em Farmacia ] encaixada no bico da Seringa.
    Introduzir a Mangueirinha no Bico do Galo , até chegar próximo ao Papo. Injetar 10 ml da Solução , aos poucos, lentamente.

    Como Complemento, aplique Agromastite, Mastalone ou Similar, injetanto a Pomada nos Ferimentos, com a ponta do tubo, até começar a sair.
    Coloque na palma da mão, um pouco de anestésico Tópico,[Xilocaina ] , mais um pouco de Agromastite ou Mastalone, misture bem e passe suavemente, na cara, pescoço, peito e qualquer outro lugar ferido.
    Depois pingue em cada Olho , 2 gotas de Colirio anti-inflamatorio [ Maxitrol ,Maxidex, etc.] e passe tb, uma pomada Oftalmica [Maxitrol – Maxidex ]

Galo combatente e preservação, Cuidado, Amor e Dedicação

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O relacionamento do criador ou treinador com a sua criação é fator importante no desempenho esportivo das aves combatentes. Apesar da psicologia achar que “personalidade”seja algo só atribuível a seres humanos, quem cria e convive com seus animais percebe, se tiver sensibilidade, que realmente existem diferenças comportamentais dentro de uma mesma espécie, inclusive entre os indivíduos.

Uma grande parte dessas diferenças deve-se, principalmente, ao manejo e ao relacionamento com os seus donos. Daí a importância de se respeitar as suas respectivas naturezas, seus limites e, principalmente, os seus direitos de serem aquilo que são por natureza.
Achar que raças reconhecidamente de combate vão mudar seu modo natural de ser em virtude de algum decreto ou devaneio humano é achar que se possa fazer uma lei para impedir a erupção de um vulcão!

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O desconhecimento de certos fatores ligados ao galo combatente tem gerado preconceitos históricos e as raças só não foram extintas ainda porque os verdadeiros amantes do galismo conservam, ao lado das tradições populares, suas atividades de seleção e aprimoramento, fundando associações, clubes galísticos, mantendo viva uma espécie que, se dependesse de alguns “defensores da natureza”, já estaria extinta há muito tempo. Infelizmente para o galismo, existem pessoas que promovem “brigas-de-galo”pelo simples prazer da violência em si e não pertencem a nenhuma associação de criadores e não estão comprometidos com a preservação da espécie.
Sòmente nas associações e clubes galísticos poderiam os combates entre galos acontecerem porque: 1º São realizados por pessoas interessadas em aprimorar a espécie. 2º Existem regras e regulamentos que visam a preservação dos combatentes quanto à sua integridade física. 3º Clubes galísticos (rinhas) não são “esconderijos”, muito pelo contrário, em vários estados da federação já existiram leis que regulamentavam o esporte, garantindo e preservando nossos direitos de expressão, nossa cultura e tradição.Com o advento da Lei do MA-9605 em seu artigo 32, a realização de combates entre galos passou a ser considerada “crime ambiental”, portanto, até disposições em contrário, o criador deve se abster do esporte, pois pode vir a ter a criação apreendida e muita dor de cabeça.

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MAIS MAUS-TRATOS

Agora uma informação importante: Não existe LEI nenhuma que proíba a criação de galos combatentes.

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GALOS PRESERVADOS PELOS ÓRGÃOS PÚBLICOS PROTETORES DOS ANIMAIS.

Galos Combatentes Muda de penas

É amigos chegou o final de ano, é hora de dar férias aos nossos combatentes, todo criador sabe que em janeiro é o começo da renovação das penas dos nossos guerreiros, ou seja, é o período de muda. Muitos acham que o período mais importante é o do treinamento, ledo engano. A muda é tão importante que, se não for feita da melhor maneira, seu galo vai passar o ano todo com problemas. Por esse motivo vamos ter paciência e dar aos nossos galos todo o cuidado que eles necessitam.

Meus amigos! Nossos atletas têm que chegar ao mês de abril totalmente renovado e com toda a saúde necessária para aguentar o trampo até o mês de dezembro, se mantendo com saúde e em forma para os treinamentos competições e até mesmo pós-competições. É por isso que quando chega o período de muda das penas devemos redobrar nossas atenções, pois é de suma importância que essa muda não seja interrompida até que a termine de forma completa. Não interrompa de forma alguma. Evitando que seu organismo fique debilitado e sem defesa.

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Muitos criadores tratam esse período com descaso, justamente quando os galos precisam de maior atenção, mesmo não sendo uma doença, a muda de penas exige um enorme esforço para o organismo da ave.

Segue abaixo as dicas :

  • Assegurar tranquilidade total para a ave, evitando sustos e situações de estresse desnecessárias (galinhas e frangas na cocheira contribuem para muitas situações de excitação que podem ser contornadas);
  • Evitar que sofram variações bruscas de temperatura, correntes de vento (é importante manter o galo ao abrigo de ventos cobrindo o alojamento do mesmo com panos ou sacos de ração);
  • Fornecer uma alimentação com uma certa variedade de sementes (aqui usamos muito o girassol e o arroz com casca);
  • As infestações por piolhos nesta época são frequentes, portanto é sempre bom abrir o olho neste período ( o top-line resolve este problema facilmente, sendo incorporado a ração);
  • Um grande transtorno que aparece muito nesta época são as infestações por ácaros das vias respiratórias (ácaro da traquéia), a famosa ronqueira. Que pode ser combatida com Ivomec.
  • Uma dica é acrescentar a batata-doce na alimentação dos galos, ela ajuda bastante na consistência e beleza das novas penas (não toque nas aves que estão mudando, nesta fase os novos cartuchos das penas se quebra muito facilmente, atrasando a muda que no normal dura de três a quatro meses);
  • Nas últimas semanas, coloque os galos no passeador para se beneficiarem com os raios solares, isto ajuda a secar e fortalecer as novas penas.combatente-tailandes
  • O galo quando faz uma muda completa renasce, como se fosse uma fênix, acontece que após esta fase poderemos notar uma certa obesidade devido ao tempo parado e a alimentação um pouco mais pesada. Nada que não possa ser resolvido na temporada seguinte. O mais importante é a saúde, ver seus pupilos novos em folha na próxima temporada é a parte mais gratificante de todas.

Treino Galo de combatente arrebenta escoveiro batendo muito forte!!!!!

Videos de Galos Combatentes, um vídeo que ta circulando na internet de um trenamento de um galo combatentes arrebentando um escoveiro!

http://www.galoscombatentes.org/p/treinamento-de-galo-combatente-incriveis.html

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Como Alimentar Galos combatentes – Parte 1

Apesar de cada colega ter sua receita infalível, a criação de animais de combate requer cuidados especiais em todas suas etapas. Quando procuramos informações sobre alimentação animal, deparamo-nos com muitas fórmulas, nem sempre adequadas a nossos animais.

A experiência, quase sempre com animais de corte e/ou postura, não se adapta a animais de crescimento lento e de baixa conversão alimentar. Rações comerciais, apesar de terem os níveis de elementos que prometem, quase sempre usam fontes de alimentos mais baratos: substituem a soja por uma farinha de vísceras quaisquer, o milho por outro cereal menos nobre, e assim por diante, dificultando, algumas vezes a digestão e a conversão do alimento.

Além disso, essas rações são elaboradas para animais de alta produtividade e rotatividade (abate em 30 dias ou postura por 6 meses);são providos de antibióticos que são promotores de crescimento, mas acabam com a resistência da ave; fazem a ave botar ovos todos os dias por longos períodos, acabando com seu sistema reprodutor e diminuindo sua vida útil.

Os que criam aves de combate ou aves para reprodução, como as ornamentais, não criam apenas para
abate, tampouco para postura comercial; queremos aves sadias, bem alimentadas, na plenitude fenotípica, determinada por sua genética tão bem escolhida por nós e pacientemente aguardada por longos meses.

Para que possamos obter resultados desejados temos que excluir as variantes que atrapalham o bem estar das aves, assim, um ambiente tranqüilo, limpo, desinfetado com freqüência e com alimentação farta, já é prenúncio de sucesso. Devemos dar condições para que o resultado dos cruzamentos seja pleno, ou seja, termos animais com todo potencial genético manifestado nos pintos e em condições igualmente plenas.

Para isso vamos, sucintamente, e sem muitos termos técnicos, discorrer sobre alimentação de galináceos de modo geral, sua reprodução, crescimento e terminação sem nos importar com o aspecto combate, que cada colega tem sua receita exclusiva.

1 – a ração dos reprodutores:

A alimentação de nossas aves, e não nos esqueçamos das galinhas, é peça-chave na partida para uma
criação bem sucedida. São aves adultas, já completamente formadas e de exigências nutricionais distintas, assim, genericamente, temos a tabela 1:1

Galos Após a maturidade

Naturalmente que há discussões entre autores e diferenças entre escolas veterinárias, porém, sendo nossos animais de crescimento lento, as diferenças tornam-se insignificantes. Assim podemos trabalhar com esses percentuais que teremos sucesso certamente.

Muitos hão de dizer que criam seus animais soltos, somente com milho e um “farelinho” e que obtém excelentes aves. Lembramos aqui que a melhor forma de criarmos quaisquer animais é deixá-los ànatureza, desde que não sofram intervenção do homem; muitas vezes os elementos presentes no seu “terreiro” não são suficientes para um completo desenvolvimento de seu campeão, podendo-lhe faltar proteínas, vitaminas ou oligoelementos necessários à sua formação e importantes na sua estrutura.
Causará estranheza o baixo nível de cálcio na formulação da ração de postura. Não nos esqueçamos que nossos galos também comerão dessa ração em época reprodutiva, e o excesso desse elemento prejudica a mobilidade dos espermatozóides, alterando sobremaneira o índice de eclosão dos ovos; outro fator e a espessura da casca; quase sempre nossos ovos são para “chocar” e perpetuar a espécie, a casca muito espessa dificulta a eclosão podendo perder alguns pintos por esse motivo.

Outro fator importante é a procedência da fonte dos nutrientes. Usa-se basicamente o milho, o farelo de soja, o farelo de trigo e o calcário calcítico como fontes de calorias, proteínas e matéria bruta e um núcleo de boa procedência para complementar a ração fornecendo vitaminas, oligo-elementos e aminoácidos essenciais, tão necessários ao bom crescimento da ave. Como dito anteriormente, rações comerciais substituem essas fontes por produtos mais baratos, uma vez que têm que competir no mercado com a concorrência, deixando, muitas vezes à desejar quanto a qualidade final; lembramos ainda que essas rações são elaboradas para aves de alto rendimento e são específicas para postura comercial e frango de corte.

Rações tipo “caipira” são pobres em nutrientes e subentendem que a a ave completará suas necessidades no quintal, se não houver, perde-se a qualidade.

Uma vez observados esses cuidados, teremos grande chance de termos pintos saudáveis, fortes e de crescimento adequado, passo fundamental para termos adultos em sua plenitude, na certeza que seu potencial genético não sofreu influência da alimentação.